quinta-feira, 14 de julho de 2011

Você não sabe

Você espera aqui,
espera que eu diga aqui,
alguma coisa em que você ache que é seu,
aqui sou eu,
só eu ,
Estou seguro até me seguro,...vai que falo algo que não queria falar,
vai que me sujo,e vai ser treta de limpar,
Eu sei que minha consciência,faz juiz a ciência orgânica da mente,
tanta gente aqui no mundo,
que tenho vergonha de atuar,
aturar,Eu aturo,
nessa altura,depois de tantas fraturas por pular do andar de cima,
Eu julgo forte,
Asa branca do norte,
Quanta sorte de ter calejado as mãos com ferro,
Eu sou frágil só as pontas dos dedos que são calejadas.

Ah!consciência,
que paciência,panico da demência,
ainda bem que você não sai correndo de medo,
com medo de ser presa,
presa com apenas um pequeno jogo de palavras,
Ah!consciência se eu choramingar,
te chamando,
me diga eu te amo,

Ah!Santa minha Santa,
Tenho alguma chance de enfrentar,
aquele que me faz brigar,
aquele que me soca contra a parede,
aquele que me dá vinagre quando tenho sede,
aquele que resfria quando estou na chuva,
aquele arranca da mão a luva e me joga pó de joias,
aquele que teima e me queima com o álcool,
aquele me diz careta,
aquele você sabe e tem medo só não quer me contar,
você encontra ele e você faz cara de mal,
para ver se ele tem medo,
mas não ele está preparado,
ele está lá,
te devorando,
ele está com todo gaz,
ele quer te ver voar pra depois cair,
e a pior queda é quando cai em si,
depois é Dó maior,
cara você não sabe.