domingo, 12 de dezembro de 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

Enlatado


Minha face segura o tempo de descanso,
Tenho pouco tempo ,
Como todo humano
Comi e como tempo enlatado,
Olho de cima os piscas-piscas ,
Ouço os bem-te-vis,
Coisa de coroa,
Ouço a chuva chegando,
Deixando mais triste a cena
Como de tarte raciocínio enlatado
Raciocínio um tipo de ração precoce
Olho a janela um tipo de negativo foi o motivo de existir os olhos,
Me desculpe se parecer confuso isso,
Me desculpe se você não pensou isso
É que me acostumei a falar e escrever sozinho,
Aprendi a imaginar tanto,
Que quando me deparo com a realidade,
Caio de frente no ilusório
Me desculpe se pareço infantil.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

minha cara


Minha cara cinza,
Minha cara lavada de nanquim
Minha cara fresca de suor ,
Minha cara ,é a minha ainda,
Eu escrevo rápido para não perder o horário ,
Mudo
Para a poesia ficar mais gorda,
Para poesia ficar cinza
Como eu sempre fui,
Branco e preto ,
Sujo e limpo,
Surdo e ouvindo.
Como quem quer ser sempre dividido ,
Meu dedos brancos não querem parar.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Art.r.e.c.e.i.o

Não sei qual é a droga do motivo,
não sei até quando vou lembrar da senha da aqui,
tenho medo de que essas palavras sejam esquecidas,
já é um samba-canção,
já tenho medo,
já tenho acorde,
já tenho medo, sempre tenho,
não há uma frase minha sem medo no pretexto,
não há um sentido pelo qual eu escrevo nesse blog,
esse material frustrado,
todo medo de ser preso com a mão armada.
Sou eu ainda o criminoso.
tenho receio.
Tenho coração,
tenho meu playback no play,
tenho meu compromisso assinado como eu,
tenho tudo balanceado,
tenho meu cheque assinado com letra de forma,
tenho meu beijo começado com a pergunta,
já tenho minha imagem pintada de crayon,
já me engoli não fale para arrumar me quarto,
ele é minha cabeça
por enquanto,
sabe né 17 depois 18.
merda caiu o tempo,
ainda bem que tenho alguens.