sábado, 7 de julho de 2012
Sinto que o meu peito vai adoecer
sinto que a tristeza vai vir e se agarrar em meu colo,
sinto que o dia vai pesar a passar,
sinto que meus olhos vão se arrastar seco por uma simples lágrima,
que com certeza vai molhar e fazer correr o sangue por todo o corpo,
sinto que vou ter que aguentar meu peso com pseudônimo de depressão.
Sinto que saudade não deixa para lá quem mora perto.
Sinto muito.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Amor quanto
amor se tem em um tanto de dor,
ao amor dou o meu suor a derramar ao corpo,
ao corpo quero o teu,
me culpo de ter o meu,
Amor quanto eu devo ser o dever,
quando devo te ver de novo?
me faço o novo
me firmo em você viro até seus sapatos.
e agora pode ser a hora de não dizer,
agora talvez devo deixar e ser o só
talvez não mereço nem a dó.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Olha aqui dentro ó
Cadê o meu dia com o seu?
cadê o meu dedo sentindo a sua mão,
Cadê o tom do meu violão no seu ouvido,
Cadê a flor que tanto te prometi,
ontem corri um tempo logo,
para tem com sorte o teu abraço,
o teu lado,
para estar do teu lado eu até largo o prazo de viver de pressa,
me peça para passar a vida deitados na cama,
me chama de beleza,
me chama de conforto,
amor me solto
salto do ônibus corro e pulo na tua altura,
agarro firme em teu abraço
me de seu braço para eu entrar no céu
meu amor teu véu já está aqui,
nossa aliança,
já está aqui,
nossa vida,
já é a sorte a calma de andar apé,
sabe até aqui é que devo estar , que nossos detalhes passem devagar,
vai ver estar com essa maldita rapidez é o modo de estar sempre com tempo para você de novo,
que confusão era mais fácil escrever uma música
e chegar ao refrão e ele marcar em tua cabeça,
era mais fácil eu virar um passarinho e te acompanhar voando até sua casa.
Olha te agradeço por me trazer até aqui,
não vou cair agora,
vou ser teu o meu eu te encontro na porta central da minha vida,
te dou a chave me tranque aqui com você que o meu céu , minha paisagem , meu espetáculo é aqui com você.
cadê o meu dedo sentindo a sua mão,
Cadê o tom do meu violão no seu ouvido,
Cadê a flor que tanto te prometi,
ontem corri um tempo logo,
para tem com sorte o teu abraço,
o teu lado,
para estar do teu lado eu até largo o prazo de viver de pressa,
me peça para passar a vida deitados na cama,
me chama de beleza,
me chama de conforto,
amor me solto
salto do ônibus corro e pulo na tua altura,
agarro firme em teu abraço
me de seu braço para eu entrar no céu
meu amor teu véu já está aqui,
nossa aliança,
já está aqui,
nossa vida,
já é a sorte a calma de andar apé,
sabe até aqui é que devo estar , que nossos detalhes passem devagar,
vai ver estar com essa maldita rapidez é o modo de estar sempre com tempo para você de novo,
que confusão era mais fácil escrever uma música
e chegar ao refrão e ele marcar em tua cabeça,
era mais fácil eu virar um passarinho e te acompanhar voando até sua casa.
Olha te agradeço por me trazer até aqui,
não vou cair agora,
vou ser teu o meu eu te encontro na porta central da minha vida,
te dou a chave me tranque aqui com você que o meu céu , minha paisagem , meu espetáculo é aqui com você.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Deixo aqui nesse mundo,
sei ainda sou quase que estéril a dizer isso,
mas tenho a construção de minha histórias,
me de a licença Criador ,
que agora vou dizer o que quero,
sei que muitos te pedem dinheiro,
te pedem seus mimos melados de Ego,
olhe Criador só quero uma poesia minha com dois braços e duas pernas,
um coração batendo,
uma voz programada a dizer papai,
quero algo nesse mundo que faço meus pedaços correr pelos tantos,
faça o favor Criador , eu te dou os meus dedos a molhar com meu suor,
eu fico dias a não ver o sol,
Cada fio meu, cada fio de esperança se enrola em minha cabeça,
sai aos olhos e virão água,
quero a alegria de minha mulher que você me mandou,
quero pegar em meus braços um pedaço meu,
um pedaço que carrega em sua estrutura uma composição,
carrega por favor o criador,
analise o meu pedido,
não me mande agora que posso cair,
quero deixar meu peito forte,
quero deixar minha mente sábia,
quero ter braços a carregar a tua vida,
quero ter olhos grandes para deixar sua vida correr e eu poder vigiar todo o caminho,
sei que Criador isso não vai ser fácil,
não vai ser como quem se apega ao acaso,
agarrado ao susto,
Eu tenho ainda as mãos lisas,
tenho ainda a pele fraca,
tenho ainda o menino que corre.
Tenho ainda a pipa no céu,
tenho ainda muito tempo,
que corre quase rápido.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Esgoto em si e dó
Olhos fundos como a de alguma poça de sangue
sua vida se impõe
não engana está fraca,
a fonte da vida seca em cada final de frase,
Afia a faca bem no meio de sua testa,
tetas para o conhecimento,
passa as mãos rasas no fogo,
seu peito só aquece quando o próprio fogo lhe chama,
seu rosto eu vejo de traz,
anoto cada fisgada da boca,
cada tentativa de entreter a mente,
cada ilusão que nutre em cada afirmação,
a subida da escada do abismo emociona quem tanto ri do sofrimento,
Eu sei que por de trás desse fios de cabelos grossos feito náilon,
há uma careca de mostrar dó,
uma careca triste encara,
soca a coragem,
quem ganha você sabe quem é,
Cuidado alunos vocês podem colaborar para incêndio ,
não vêm que ela se equilibra na ponta do alfinete,
não vêm que ela se equilibra de cabeça na ponta da faca,
miseráveis não devem merecer nem o ódio apenas o desprezo de vossa própria filosofia,
Merecem ficar presos em cada humor negro que vem do seu próprio intestino preso,
merecem ficar com olhos abertos vendo a morte da infartada moral.
Volto a lembrar dos olhos fundos como esgoto do universo
trasborda tanto sofrimento,
cansaço de ver o corpo em preto podre
nanquim que chega na alma,
navalha que corre nas veias e corta os braços,
aos poucos a tua leitura vai ficando aflita como o coração de uma mãe que vê o filho não voltar,
rolha que impede o respirar dos poros
que abafa o corpo deixando-o cada vez mais morto,
sua pele se desfaz em pó,
sua maldade não suporta a carne viva.
Viver aqui é só a transição do corpo em adubo,
viver aqui é só para quem visita com flores,
Ela pisa de leve no chão que de tempo se fez frio,
ela pisa de longe em uma outra realidade que talvez tua consciência não julgue como real,
talvez tudo pareça a viagem que se faz em sonho,
não quer voltar para cama e deixar a juventude se repetir como se faz sempre,
deixe eles imitar seus pais para apagar um futuro melhor a seus filhos,
deixe eles com seus celulares que buzinam alto no tom de nojeiras que escorrem na boca,
não suje sua mão tentando limpar,
essa secreção irá ser o cérebro deles portando deixe fermentar,
bem condimentadas com essas coisas que contem álcool e nicotina.
Deixe os jovens achar que são a voz da foça de ouro,
deixe eles se empilharem no chão como as calçadas postas aqui,
vire de costas , eles vão mijar no muro depois te darão a mão para cumprimentar,
normal,normativos são placebos nesse caso,apenas funciona aos garotos sem bolas.
Sua sobrancelha rasa não bate mais as asas ao se expressar,
não tenha pressa apenas seja você,
A multidão vê seu dissolver,
suas roupas tentam ser modernas apenas mordem a critica juvenil,
suas mãos tentam virar esqueleto,
seu nariz aponta a entrar no crânio,
sua boca seca como o céu do inferno,
já da para ver o calculo feito para cair rápido ao chão.
O velório foi aqui frente a tantos diabos felizes,
fertilidade regada a mijo.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Nome para quem?
Rasguei o que tinha escrito antes,
muita bobagem que não deve ser lida nem por mim.
Quero apenas escrever me deixe aqui no quarto,
Sozinho de lado em frente das palavras,
me deixe virar uma lagartixa,
uma barata no estilo Kafka,
piadinha de merda,
me deixe traçar algumas letras,
me deixe acertar firme no teclado,
prefiro do que acertar um soco na cara do espelho,
de que socar alguém,
me deixe Pai brincar de domingo de madrugada m frente a máquina do meu avô,
me deixe o papai ô mamãe mostrar para vocês que sou azedo como vinagre,
que sou doce como açúcar,
que sou bom de ficar escrevendo até o meus punhos doerem,
parecido com a força que papai tinha de socar a cara de babacas,
meus punhos ficam aqui perto das coxas,
coloco no bolso para ninguém ver que tenho,
O que você acha que vou ficar mostrando essas mãos magras que Deus me deu?
essas minhas mãos que tocam o rosto da minha namorada,essas mãos que escreve aqui,
essas mãos que sempre me empurrou para algum lugar,
essas mãos meu irmão,
meu irmão doutor é ela quem me faz o menino ou o homem que sou.
Me deixem brincar de velho poeta,
Babaca
não você,
vou te respeitar,
é a primeira impressão pretendo ser um cara normal dizer coisas bonitas,
pretendo seguir a concordância
pretendo falar bem,
ficar bem tranquilo te impressionar ,
se não for bruto,
se não for arrogante,
Se sinta bem rapaz,
aqui sou eu apenas eu,
se não gostar simplesmente pare de ler e vá ver outra coisa abra o portal da uol,
leia as ultimas notícias verás que o filho teu foge luta,
verás que o tempo de hoje caralho,
e a mesma merda de ontem,
Verás depois de um tempo que eu sou chato,
sou um preconceituoso nato,
sou um medroso nato,
sou sou sou más só eu digo isso,
se não vou te odiar muito,
sou um profissional nisso,
tem dias que não mudo a cara odeio o mundo inteiro,
nem sinto cheiro de nada,
nem sinto falta de nada,
quero apenas me destruir em cada linha de papel,
quero apenas ficar parado olhando o tudo,
quero apenas ficar estacionado um momento,
pensando se aquilo que sinto são as pernas da razão,
pensando só.
Me deixe pensar que alguém vai querer ler toda essa brutalidade,
como pode um rapaz tão bobo e fraco,
escrever com tanto ódio,
me deixe escrever o caralho,
você só quer foder,
você só quer saber de flores do mal,
só quer saber o que vem depois da trepa,
só quer saber do gosto do desgosto,
não venha olhar aqui sem eu ver,
não venha observar o que ando escrevendo,
tenho vontade de ser estupido,
e bater com minha cabeça com força em sua boca distraída,
vai se assustar,
vai ser ruim,
você pode ficar a saborear o gosto mais forte,
você já foi socado por algum maluco que prefere escrever do que socar alguém indefeso,
alguém que tem o minimo de palavrões na boca,
eu tenho muitos,
eu tenho muitas derivações para sua pessoa,
vou pedir para o PAPAI NOEL não te dar sua bicicleta,
como vai andar amanha na praça,
a seu babaca.
Vou escrever até meus dedos ficarem espantados,
até vocês ficarem espantados,
até até o logo chegar e pontuar o final,
até alguém falar que devo estar escrevendo algo dessente, algo de se ver.
Casei com essa porra de máquina ,
uma boa relação,
erro algumas vezes,
más digo te amo também,
acho que é uma demostração que seu mecanismo está pronto para outra,
para continuar,
meu dedos,ai meus dedos,
me trazem com agilidade até aqui,
meus dedos parecem colar nas letras,
assim como aquelas balas vagabundas que colam os dentes,
assim quando se usa o super bonder, e os dedos se colam,
bom nunca colei mas meu primo já,
teve que passar por um processo cansativo,
aguá quente,
viajei,
nesse momento você pensa,
nossa esse moleque não tem nenhuma linearidade,
ele segue,
ele segue,
ele cega,
ele seca,
ei Zeca a vida é mesmo assim,
você acertou,
se algum dia ler seu nome aqui,
saiba que contribuiu para a minha poesia,
se algum dia ela chegar aos teus olhos,
saiba que essa parte é dedicada a você,
ou então estou a falar sozinho.
Vou escrevendo com convicção,
vou te precipitando,
que está chegando ao ponto final,
leia com delicadeza,
leia pois eu fiz com um carinho,
uma cartinha para a mamãe com um coração na capa,
com uma marca de batom,
leia como se eu tivesse morto,
leia como se eu estivesse em um caixão úmido,
leia como se eu tivesse morrido em um acidente de caminhão.
Não se assuste apenas quero aguçar sua curiosidade,
no fim quero apenas te enganar e te prender a essas feias frases,
não mostre para sua mãe meu jovem rapaz,
como pude escrever aqui com meu tipo de lado,
quem sabe alguém lê sem eu implorar.
muita bobagem que não deve ser lida nem por mim.
Quero apenas escrever me deixe aqui no quarto,
Sozinho de lado em frente das palavras,
me deixe virar uma lagartixa,
uma barata no estilo Kafka,
piadinha de merda,
me deixe traçar algumas letras,
me deixe acertar firme no teclado,
prefiro do que acertar um soco na cara do espelho,
de que socar alguém,
me deixe Pai brincar de domingo de madrugada m frente a máquina do meu avô,
me deixe o papai ô mamãe mostrar para vocês que sou azedo como vinagre,
que sou doce como açúcar,
que sou bom de ficar escrevendo até o meus punhos doerem,
parecido com a força que papai tinha de socar a cara de babacas,
meus punhos ficam aqui perto das coxas,
coloco no bolso para ninguém ver que tenho,
O que você acha que vou ficar mostrando essas mãos magras que Deus me deu?
essas minhas mãos que tocam o rosto da minha namorada,essas mãos que escreve aqui,
essas mãos que sempre me empurrou para algum lugar,
essas mãos meu irmão,
meu irmão doutor é ela quem me faz o menino ou o homem que sou.
Me deixem brincar de velho poeta,
Babaca
não você,
vou te respeitar,
é a primeira impressão pretendo ser um cara normal dizer coisas bonitas,
pretendo seguir a concordância
pretendo falar bem,
ficar bem tranquilo te impressionar ,
se não for bruto,
se não for arrogante,
Se sinta bem rapaz,
aqui sou eu apenas eu,
se não gostar simplesmente pare de ler e vá ver outra coisa abra o portal da uol,
leia as ultimas notícias verás que o filho teu foge luta,
verás que o tempo de hoje caralho,
e a mesma merda de ontem,
Verás depois de um tempo que eu sou chato,
sou um preconceituoso nato,
sou um medroso nato,
sou sou sou más só eu digo isso,
se não vou te odiar muito,
sou um profissional nisso,
tem dias que não mudo a cara odeio o mundo inteiro,
nem sinto cheiro de nada,
nem sinto falta de nada,
quero apenas me destruir em cada linha de papel,
quero apenas ficar parado olhando o tudo,
quero apenas ficar estacionado um momento,
pensando se aquilo que sinto são as pernas da razão,
pensando só.
Me deixe pensar que alguém vai querer ler toda essa brutalidade,
como pode um rapaz tão bobo e fraco,
escrever com tanto ódio,
me deixe escrever o caralho,
você só quer foder,
você só quer saber de flores do mal,
só quer saber o que vem depois da trepa,
só quer saber do gosto do desgosto,
não venha olhar aqui sem eu ver,
não venha observar o que ando escrevendo,
tenho vontade de ser estupido,
e bater com minha cabeça com força em sua boca distraída,
vai se assustar,
vai ser ruim,
você pode ficar a saborear o gosto mais forte,
você já foi socado por algum maluco que prefere escrever do que socar alguém indefeso,
alguém que tem o minimo de palavrões na boca,
eu tenho muitos,
eu tenho muitas derivações para sua pessoa,
vou pedir para o PAPAI NOEL não te dar sua bicicleta,
como vai andar amanha na praça,
a seu babaca.
Vou escrever até meus dedos ficarem espantados,
até vocês ficarem espantados,
até até o logo chegar e pontuar o final,
até alguém falar que devo estar escrevendo algo dessente, algo de se ver.
Casei com essa porra de máquina ,
uma boa relação,
erro algumas vezes,
más digo te amo também,
acho que é uma demostração que seu mecanismo está pronto para outra,
para continuar,
meu dedos,ai meus dedos,
me trazem com agilidade até aqui,
meus dedos parecem colar nas letras,
assim como aquelas balas vagabundas que colam os dentes,
assim quando se usa o super bonder, e os dedos se colam,
bom nunca colei mas meu primo já,
teve que passar por um processo cansativo,
aguá quente,
viajei,
nesse momento você pensa,
nossa esse moleque não tem nenhuma linearidade,
ele segue,
ele segue,
ele cega,
ele seca,
ei Zeca a vida é mesmo assim,
você acertou,
se algum dia ler seu nome aqui,
saiba que contribuiu para a minha poesia,
se algum dia ela chegar aos teus olhos,
saiba que essa parte é dedicada a você,
ou então estou a falar sozinho.
Vou escrevendo com convicção,
vou te precipitando,
que está chegando ao ponto final,
leia com delicadeza,
leia pois eu fiz com um carinho,
uma cartinha para a mamãe com um coração na capa,
com uma marca de batom,
leia como se eu tivesse morto,
leia como se eu estivesse em um caixão úmido,
leia como se eu tivesse morrido em um acidente de caminhão.
Não se assuste apenas quero aguçar sua curiosidade,
no fim quero apenas te enganar e te prender a essas feias frases,
não mostre para sua mãe meu jovem rapaz,
como pude escrever aqui com meu tipo de lado,
quem sabe alguém lê sem eu implorar.
sábado, 8 de outubro de 2011
Espinhos
Me desculpe se não te trago a lua,
se eu não te mostro o sol nascer,
se eu não te dou flores,
se eu não canto olhando pra você.
Eu não sei cantar,
não sei de nada,como diz você.
Me desculpe se meu sorriso não é branco,
não sou forte nem lhe passo segurança,
me desculpe,
Eu sou esse alguém,
esse que nasceu,
para fazer parte de algum canteiro,
de algum sorteio de alegria,
algum dia eu talvez seja isso,
que toda garota quer,
ou talvez desista,
e tente correr de tudo e se esconder no escuro,
sem ver o mundo,
como um vagabundo louco.
Não me deixe eu terminar isso tudo,
não deixe eu pegar vontade,
e dizer a verdade,
deixe eu pensar que eu sou perfeito,
deixe eu pensar que sou o gosto de um dia novo,
deixe eu ser chato pra depois ser legal,
deixe eu fazer poesia amaçada,
pra você guardar no seu bolço e depois deixar no seu peito,
quanto mal jeito pra dizer isso,
mas quando algo me vem e me fere,
o meu jeito é usar as palavras e me defender do mundo,
todo mundo se defende,
de frente ,
eu me defendo com as mãos no teclado,
escrevo uma porção de melados,
cara paragrafo mais intenso,
escritos pelo silêncio de minha boca,
essa é hora de o meu coração falar berrando,estúpido.
Pois então me desculpe,
se o que eu escrevo sai triste,
se o que eu faço e chato,
se como te abraço é amor,
se como eu faço um amor,
se como te beijo com amor,
se te faço a minha flor no meio de tantos espinhos,
os espinhos são meus,
mas os beijos também,
considere os beijos, as pétalas que não pude ter.
Considere meus versos os instantes que não pude providenciar.
Te amo,amor que nunca deixaria acabar mas de espinhos,
deixei acabar.
se eu não te mostro o sol nascer,
se eu não te dou flores,
se eu não canto olhando pra você.
Eu não sei cantar,
não sei de nada,como diz você.
Me desculpe se meu sorriso não é branco,
não sou forte nem lhe passo segurança,
me desculpe,
Eu sou esse alguém,
esse que nasceu,
para fazer parte de algum canteiro,
de algum sorteio de alegria,
algum dia eu talvez seja isso,
que toda garota quer,
ou talvez desista,
e tente correr de tudo e se esconder no escuro,
sem ver o mundo,
como um vagabundo louco.
Não me deixe eu terminar isso tudo,
não deixe eu pegar vontade,
e dizer a verdade,
deixe eu pensar que eu sou perfeito,
deixe eu pensar que sou o gosto de um dia novo,
deixe eu ser chato pra depois ser legal,
deixe eu fazer poesia amaçada,
pra você guardar no seu bolço e depois deixar no seu peito,
quanto mal jeito pra dizer isso,
mas quando algo me vem e me fere,
o meu jeito é usar as palavras e me defender do mundo,
todo mundo se defende,
de frente ,
eu me defendo com as mãos no teclado,
escrevo uma porção de melados,
cara paragrafo mais intenso,
escritos pelo silêncio de minha boca,
essa é hora de o meu coração falar berrando,estúpido.
Pois então me desculpe,
se o que eu escrevo sai triste,
se o que eu faço e chato,
se como te abraço é amor,
se como eu faço um amor,
se como te beijo com amor,
se te faço a minha flor no meio de tantos espinhos,
os espinhos são meus,
mas os beijos também,
considere os beijos, as pétalas que não pude ter.
Considere meus versos os instantes que não pude providenciar.
Te amo,amor que nunca deixaria acabar mas de espinhos,
deixei acabar.
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