quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010

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Preparem-se para ser chamados de velhos frustrados,
Para serem pais loucos,
Para educar sem livro na mão ,
Preparem-se para não se chocarem,
As coisas mudam e rolam,
Até porta central,
De algumas batidas,
E chame seu vizinho,
Ele ainda vivo é claro,
Converse com seu rato ,
Virei o próprio,
Sou o rato de apto,
Como os restos das palavras,
Por isso a pressa,
Antes que pergunte,
Tenho pressa,
Acordo me visto,
Chamo o elevador,
desço o elevador,
com nenhuma calma
vejo a praia quase que doente.
Reze o pai nosso para os turistas não morrerem de tanto sol,
Solidificação
Atinge o peito de quem sofre.

Menininha

sábado, 11 de dezembro de 2010

Enlatado


Minha face segura o tempo de descanso,
Tenho pouco tempo ,
Como todo humano
Comi e como tempo enlatado,
Olho de cima os piscas-piscas ,
Ouço os bem-te-vis,
Coisa de coroa,
Ouço a chuva chegando,
Deixando mais triste a cena
Como de tarte raciocínio enlatado
Raciocínio um tipo de ração precoce
Olho a janela um tipo de negativo foi o motivo de existir os olhos,
Me desculpe se parecer confuso isso,
Me desculpe se você não pensou isso
É que me acostumei a falar e escrever sozinho,
Aprendi a imaginar tanto,
Que quando me deparo com a realidade,
Caio de frente no ilusório
Me desculpe se pareço infantil.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

minha cara


Minha cara cinza,
Minha cara lavada de nanquim
Minha cara fresca de suor ,
Minha cara ,é a minha ainda,
Eu escrevo rápido para não perder o horário ,
Mudo
Para a poesia ficar mais gorda,
Para poesia ficar cinza
Como eu sempre fui,
Branco e preto ,
Sujo e limpo,
Surdo e ouvindo.
Como quem quer ser sempre dividido ,
Meu dedos brancos não querem parar.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Art.r.e.c.e.i.o

Não sei qual é a droga do motivo,
não sei até quando vou lembrar da senha da aqui,
tenho medo de que essas palavras sejam esquecidas,
já é um samba-canção,
já tenho medo,
já tenho acorde,
já tenho medo, sempre tenho,
não há uma frase minha sem medo no pretexto,
não há um sentido pelo qual eu escrevo nesse blog,
esse material frustrado,
todo medo de ser preso com a mão armada.
Sou eu ainda o criminoso.
tenho receio.
Tenho coração,
tenho meu playback no play,
tenho meu compromisso assinado como eu,
tenho tudo balanceado,
tenho meu cheque assinado com letra de forma,
tenho meu beijo começado com a pergunta,
já tenho minha imagem pintada de crayon,
já me engoli não fale para arrumar me quarto,
ele é minha cabeça
por enquanto,
sabe né 17 depois 18.
merda caiu o tempo,
ainda bem que tenho alguens.

sábado, 23 de outubro de 2010

No meio

No meio das pernas,
no meio do lixo,
no meio das prédios,
no meio do tédio,
no meio do meio,
no meio do teu seio,
no meio do seu lenço,
no meio d´agua,
no meio da frase,
no meio da lapide,
no meio da massagem,
no meio da linhagem,
no meio do universo,
no meio da dúvida,
no meios das notas,
no meio das cordas,
no meio dos dedos,
no meio das unhas,
no meio do dia,
no meio da noite,
no meio do ano,
no meio do milenio,
no meio do século,
no meio do calado,
no meio do pálido,
no meio da idade,
no meio da maior-idade,
no meio da boca,
no meio do dente,
no meio da língua.
no meio da face,
no meio dos olhos,
no meio do ouvido,
no meio do nada,
no meio de tudo,
no meio vida,
no meio brasileiro,
no meio da vagina,
no meio do quarto,
no meio do calor,
no meio do amor,
no meio da rima,
no meio da marca,
no meio do eco,
no meio do refrão,
no meio de um corpo,
no meio de um coração
no meio de uma vontade,
no meio poesia,
nasce alguém.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

LEIA

Não posso escrever muito porque vai parecer chato para quem lê ainda mais se eu esquecer de colocar vírgula e esquecer de colocar ponto final

DV

Deve estar pensando só foto nesse blogxato,nesseblogsemcomentários nesse fimdemundocambuloso,monstruosoneutro,brinquedejuntarpalavrasparaalguemler.

sábado, 16 de outubro de 2010

Até


Até quando vou ficar preso?
Aqui nesse lugar,
Sem ter alguém comigo,
Sem descobrir nada,
Quanto tempo vou ficar aqui me fotografando?
Até quando?
Vou ficar sozinho,
Cheirando a consolo,
Até quando?
Estou esperando alguém me comprar,
O preso é barato,
Eu tenho meus cuidados é claro,
Gosto de banho quente,
E de café de manha,
E de dormir de tarde,
E de escrever na madrugada,
E de escrever depois dessas atividades,
E de pintar,
E de algumas coisas mais,
Vou fingir alguma coisa.


Jonas Jonhis

R:

Continuo sem uma merda de comentário,
o que vocês estão esperando?
que eu apareça nú?

Criança instalada {}{}{}{}{}{}{}

terça-feira, 12 de outubro de 2010

MIM


Quer arrumar a camisa?
antes de falar sobre mim,
quer ir ao banheiro?
antes de falar sobre mim,
leia meus poemas,
antes de falar sobre mim,
mim tira,
mim nimalistico,
mim stico,
mim ensina,
mim compreende,
mim pajé na está assim,
mim puema na vida real,
mim faça rir,
mim intristeceu

Jonas Jonhis

Porta de retratos


Fazem segundos,anos,meses,minutos,metros,centímetros,
Algumas medidas a toa ,
Vejo seu rosto andando com pessoas nas ruas,
Vejo seu rosto pichado no muro,
Vejo seu rosto em dias de esquecimento,
Vejo a foto que não tenho,
Vejo com os olhos fechados,
Que mania de aparecer sem bater na porta,
Em tempos de me debruçar,
Em tempos de cansaço,
Eu queria falar pra você...
Que estou estranho e flácido,
Estou do mesmo jeito,você sabe,
Mas eu nem ligo pra sua resposta,
Afinal não sei quem é você,
Você se perdeu no tempo,
É alguém ai,
Qualquer dia te encontro em algum piso,
Em alguma areia,
Em alguns ,
segundos,anos,meses,minutos,metros,centímetros,
Perdidos,muito perdidos...,
até gosto de outra pessoa,
Ela é bonita e gosta de dançar,inteligente,e não me acha nada atraente,
Gosta de fotografia,
Mas não tem uma foto minha,
Tem uma breve lembrança
De alguma piada idiota,
Igual aquelas que contava ,nos dias de chuva.
Afinal sinto sua falta no meu porta-retrato.

Jonas Jonhis

domingo, 10 de outubro de 2010

A,Há.

As vezes minha poesia nasce no canto,
Bem no canto da noite,
Gritando pra sair,
E eu lerdo e burro,
Espero o teclado falar por mim,
Coisa de fundamentalismo,
Coisa de quem não sabe falar,
As vezes as palavras me sopram aos ouvidos,
E só depois ao decorrer da lerdeza eu acordo,
Digo que estou vivo,
Estou encostado em algo estranho,
Ouço coisas oriundas do covarde,
Sei que toda poesia tem algo assim,
Algo entalado,
Que coisa ,
Gosto de estar aqui para falar minhas coisas,
As vezes penso o dia inteiro,
Olho os homens caminhando,
Olho os sentidos ,
Olho as placas ,
Placas tristes e sujas,
Quero voltar ao tempo em que eu brincava de bonecos,
Na verdade quero escrever algo que faça as pessoas bem,
Algo reto,
Como uma placa,
Troco todo meu diálogo, por um bocado de palavras, que faça o mais doentio homem chorar.
Que chore e escoe todo o ódio,
A coisa não é fácil confesso,
Ainda estou aprendendo,
Eu estudo da melhor maneira,
Faço as lições de casa,
Questiono bastante,
Sou frágil,
Sou barrigudo,
E tenho bastante canetas,
Isso deve ajudar,
Deve ser difícil ,
Afinal não sou formando ainda,
Não tenho uma perfeição em minha mente,muito menos nas mãos,
Não sei fazer uma bela sinfonia,
Nem nunca tive um salão para mim,
Sei tenho apenas 16 anos,
sei que sou brega e uso uma meia de cada cor,
sei que todo mundo com 17 faz poeminhas,
Me de licença Paulo,
Com todo respeito ,tenho 16,
Mas pretendo escrever bastante,
Vejo que eu gosto,
Vejo que tento,
Alguém gosta,
Alguém ,meu primo,meu amigo Giovane,e outros...
Não tenho certeza se gostam.

Jonas Jonhis

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Couwração


Olá amigos,
Olá
Olha,
Quanta gente reunida,
Quanta merda em cena,
Que cena EIM,
Que pena,
Era bonito ver os lindos reflexos do mar,
Dor de ver o mar,
Eu não queria falar do mar,
Queria falar do coração,
Que merda,
O coração não sente nada,
Ele é um órgão,
Que droga de paixão nada,
Ele não sente nada,
A sei lá,
Não fiquem brava meninas,

Para me desculpar, vou ser bonitinho.

Olhem as águas d´ouro,
Brilham com vossos olhos,
Como vosso cabelo louro,
Que tenho vontade de furar o couro,
Que feio,
Não ,não,
Putz
Ficou pior assim,
As garotas não vão achar legal
Putz,
Que feio, eu sou um cara legal,
Todos me entendem,
Todos os olhos me vêem.
Que legal,
Agora meu nariz vai crescer.

Coração,
Se tens vida,
Me beije,
Ooohh,
Me beije,
Ohhh,la chica,
Mierdah.

Coração
Me perdoe,
Eu te amo,
Mas não sei se tu me amas.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

01:36


Hoje falei muito,
Hoje eu conversei com meu amigo,
Hoje fiquei estranho,
Fiquei nervoso,
Hoje e ontem eu gostei,
Hoje tem coisa legal pra contar,
Hoje estou sozinho
Agora ,
Escrevendo com vontade,
Agora,
To me coçando,
Que droga de mosquito,
Incomoda,
Que grau,
De idiotice,
Narrar os segundos,
Que grau,
Que mau,
Quanta babaquice,
Quanta,quanta,quanta,
Não gosto de parar de ler,
Eu vou ficar por aqui,
Escrevendo,
Pensando,
Parei de ler,
Eu gosto mesmo é de sentar aqui , escrever e pensar,
Eu amo tudo isso,
Eu odeio dizer isso,
Parece coisa pronta,
É bom mostrar o seu selo,
Fui,.,,

Flores ou chocolate?


Quantas flores,
Quantas manchas no seu olhar,
Quantas marcas na sua cara,
Quanta sujeira na sua mente,
Quanto medo de se jogar no chão,
Sinta o frio que toca as suas costas,
As mesmas costas que carrega o medo.

Quantos dedos tem aqui?
Consegue contar?
Vamos então?


Quantas flores,
e nenhum jardineiro,
Quantas flores ,
E nenhuma criança para arrancar e até presentear,
Que coisa chata,
Mas não chore,
Se empolgue e abrace alguém,
Alguém ai,
Tem alguém
Se não ...
Desenhe alguém,
Faça um boneco de papelão,
Ou outra coisa.
Isso não é engraçado se você estiver rindo,
Pense no seu amigo que chora agora,
Ele não é feliz,
Fazer o que alguém tem que fazer piadas,
Alguém tem que ser o bonito,
Alguém tem que sair em revista,
Não quero citar nomes certo?,
Fazer o que?
Vai comer chocolate,
Falaram que é bom,
O Tim falou ,
É que não pode falar nome completo de famoso.




Jonas dos Santos 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010


Todos os sentidos ocupados,
Frescura de dia assim,
Todos os sabores ocupados,
Todos o dias nublados,
Toda manhã assim,
Uma forma bonita,
Uma frase imperfeita,
Más uma flor artificial,
Uma mania,
Um exercício maternal,
Cuidar dos seus olhos,
Que cruzem cada vez mais com os meus,
Assim,
Eu me transporto nos teus sonhos,
Nas suas caraminholas,
Nas suas besteirinhas,
Que eu sou capaz de segurar,
Para ver seus belos dentes,
Em forma semi –aberta.
Quanta frescura,
Não sei como escrevi isso.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Levantando-c

Oi acordei de novo,
É porque esse dias de moda,
Agente escreve errado sabe,
Agente sente o dedo com cérebro,
E porque é tanta gente falando errado,
Que você pensa que está louco,
Mas na verdade,
Está perto da verdade,
Sabe ,o Leonn
Ele acertou,
Só errou em dizer,
Que eu seria um bom filósofo,
Errou feio,
Não sei ler,
Não sei escrever,
Não sei de nada,
Sei reclamar,
E fazer porcarias virar nuvens,
Nuvens
Nuvens ,
E outra coisa,
Tenho preguiça de ler...
E coloco sempre esse circulo, em minhas poesias,que no fundo os outros acham,bregas,e não modernas,e não sociáveis,e sem forma,uma merda em um buraco qualquer,como nos tempos medievais,certo então?
Mas como achar uma solução,
Como achar uma receita em me transformar.
Parei.

Jonas dos Santos,2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Escrevendo...................................................................

Vou digitando no teclado,
escrevendo e entendendo,
imprimindo,
O estado de morbidez,
Calma é uma ação inexistente,
impressionante ,
a forma,
a referência,
é como se meus olhos dilatassem,
e meu cérebro,
e meu cérebro,
e eu cérebro,
gaguejo,
gaguejo,
gaguejo,gaguejo.

Escrevo aqui agora,
escrevi ,
já se passou a linhas,
já separou as frases,
Estou digitando,
Sem vontade de parar.

Caixa marrom


Vou arquivar,
Talvez, seja a maneira de dizer,
Olá humanidade,
Eu não sou um inquilino da multidão.

Vou pensando,
Vou escrevendo,
De forma inconsciente,
Acho pelo menos,
Talvez é uma dúvida,
Vou ditando e aceitando,
Uma verdadeira, maquina de escrever,
Não sei se formal,
Com todas capacidades de botões,
E riquezas etimológicas,
Minha vida é meu arquivo,
Uma caixa marrom,
Daquelas, que você abre sem medo,
Com agitação cardíaca,
Com molejo do animo,
Como se fosse ejetado o vermelho,
O regente do samba,
Pela boca.

Mas quando abre tem um misto,
Vou parar de mentir,
Não tenho nada de lâmpada,
Só uma faísca de clara,
Eu nem vejo,
Vou pensando,pensando,
E vou rabiscando,
Como se fosse lido no futuro,
Por algum gênio da literatura,
Eu sei que não,
E ai eu abordo,
Um tema chato,
De ter em um poema,
De um jovem de 16 anos,
Eu escrevo para arquivar,
Choro seco,
A filosofia fraca, a pausa pensante,
O stop a mão na face do irracional,
Por uns segundos ,
Eu paro,
Sinto sono,
E não sei parar de escrever,
É como o oxigênio,
Que me nutre,
É como idéias lindas,
E absurdas que me alimentam.

No fundo tudo se acaba
E o rio seca,
Eu só falo besteira,
Quando é hora de dormir.

domingo, 30 de maio de 2010

Pedido doentio

Se eu pudesse,
Eu nadaria o dia inteiro,
Os oceanos amorosos,
Sentindo seu corpo,
Como um apreciador de vinho burguês,
Se eu pudesse,
Tiraria minha alma do bueiro,
E me afundaria,
No concreto da sua beleza.

Se eu pudesse vomitaria,
Tudo aquilo que me corrói,
E penetraria no sonho mais europeu,
Quem sabe eu abriria meu coração,
Para uma rainha austríaca.

Eu não vejo o glamour,
Das garotas Embonecadas,
Eu vejo o ódio,
Com receio de ser negado.

Eu sei que eu tenho vocação,
Para criticar,
Mas também sei,
que o amor,
É a energia da esquizofrenia.

Jonas dos Santos Munhoz.2010

Tiro sem fio

O tiro acerta no peito calado ,
O choro acorda,
A face pálida,desesperado,
O pesadelos do dias inteiros,
A vida passa em horas rasas,
Os olhos abrem diante da inexistência ,
e o gosto da saliva amarga da incompreensão,
Traz o tiro sem fio.

Jonas dos santos Munhoz,2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Enfiar na tomada

Pausa população,
Acorda,chora,
Para com essa má-criação,
Vomite na besta-fera,
Abra a cachola,
E pisoteei algo dentro.

A criançada pede para parar,
Está tal ciência,
A juventude,
Só esquece de cheirar
a tal inteligência,
os pós-maturos,
Berram para as mamas,
Para querer filosofar,
O berro só erra,
Quando a flecha,
Acerta a cabeça dos irracionais.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Para falar que sou poeta.

Eu sei que covarde ,
É o sobrenome preferido,
Pra aquele, que não sabe aventurar.

Eu sei que amoroso,
É o sobre nome preferido,
Para aquele, que não sabe odiar.

E sei também que o sol nasce,
Quando agente menos espera,
E o choro, de não ter um amor,
É quando agente se desespera.

Jonas Jonhis

Verme,no país das fedidas urinas.

Eu sou um desses vermes que se enfiam nas dobras do concreto,das paredes do banheiro,o cheiro da urina,que deixa brilhante o chão,não me incomoda mais,o verdadeiro odor é aquele que deprime minhas ações ,não posso pensar no agora,porque estou mofando nesse podre banheiro que tem vasos sujos e portas cinzas e velhas, e pichadas de caneta azul,acho que aqui se compara com a sala de aula todos com seus cheiros exalados pelos seus poros mentais.A professora de Biologia,Química,Física,não me explicou,que a verdadeira razão de aprender é errar ,mas o que adianta ,eu estou aqui no banheiro,chorando sobre o vaso,que á mesa de jantar dos deprimidos,que me sustenta, mais do que minha razão,que viver,sempre chutando,sempre segurando a maçaneta da incompreensão,que é também a ultima e única forma de tornar as minhas palavras, o centro dos objetos.
Devia abraçar alguém,ao em vez de chorar,sobre o tampa plástica da cerâmica. Que texto mais estranho esse,escrevo,como poesia,esse é o fato pelo qual não paro de escrever, a caneta segurada na mão ,que força estranha é como um cabide que segura minhas emoções está minha dor de estômago,já não sei mais,sumiu,até por um lado isso é bom,quando me sinto mal,escrevo assim,e agora o verme tem coragem, de sair do banheiro, e voar rasgando sobre cabeça-de-gente.
Olá ,queridas pessoas iguais,eu sou a traça do tempo,passo os tempos aqui,acho que ainda não tenho coragem de enfrentar eu mesmo,que piedosa é alma de alguém divida em duas partes ,que sempre balança o peito sem dó.Que coisa estranha ,não eu leitor,isso já deves saber ,eu digo que é estranho ,como passo todo o momento,querendo me mostrar,me propagar,ser publicidade, dos dias podres.
Sou tão covarde que paro as palavras aqui,sem medo de ser taxado de ser texto horrível,já me calejei de comentários fúteis,que me enfiam cada vez mais nos canos da privada desse banheiro mudo e acolhedor.


Jonas dos Santos Munhoz,2010 .