terça-feira, 29 de junho de 2010

Levantando-c

Oi acordei de novo,
É porque esse dias de moda,
Agente escreve errado sabe,
Agente sente o dedo com cérebro,
E porque é tanta gente falando errado,
Que você pensa que está louco,
Mas na verdade,
Está perto da verdade,
Sabe ,o Leonn
Ele acertou,
Só errou em dizer,
Que eu seria um bom filósofo,
Errou feio,
Não sei ler,
Não sei escrever,
Não sei de nada,
Sei reclamar,
E fazer porcarias virar nuvens,
Nuvens
Nuvens ,
E outra coisa,
Tenho preguiça de ler...
E coloco sempre esse circulo, em minhas poesias,que no fundo os outros acham,bregas,e não modernas,e não sociáveis,e sem forma,uma merda em um buraco qualquer,como nos tempos medievais,certo então?
Mas como achar uma solução,
Como achar uma receita em me transformar.
Parei.

Jonas dos Santos,2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Escrevendo...................................................................

Vou digitando no teclado,
escrevendo e entendendo,
imprimindo,
O estado de morbidez,
Calma é uma ação inexistente,
impressionante ,
a forma,
a referência,
é como se meus olhos dilatassem,
e meu cérebro,
e meu cérebro,
e eu cérebro,
gaguejo,
gaguejo,
gaguejo,gaguejo.

Escrevo aqui agora,
escrevi ,
já se passou a linhas,
já separou as frases,
Estou digitando,
Sem vontade de parar.

Caixa marrom


Vou arquivar,
Talvez, seja a maneira de dizer,
Olá humanidade,
Eu não sou um inquilino da multidão.

Vou pensando,
Vou escrevendo,
De forma inconsciente,
Acho pelo menos,
Talvez é uma dúvida,
Vou ditando e aceitando,
Uma verdadeira, maquina de escrever,
Não sei se formal,
Com todas capacidades de botões,
E riquezas etimológicas,
Minha vida é meu arquivo,
Uma caixa marrom,
Daquelas, que você abre sem medo,
Com agitação cardíaca,
Com molejo do animo,
Como se fosse ejetado o vermelho,
O regente do samba,
Pela boca.

Mas quando abre tem um misto,
Vou parar de mentir,
Não tenho nada de lâmpada,
Só uma faísca de clara,
Eu nem vejo,
Vou pensando,pensando,
E vou rabiscando,
Como se fosse lido no futuro,
Por algum gênio da literatura,
Eu sei que não,
E ai eu abordo,
Um tema chato,
De ter em um poema,
De um jovem de 16 anos,
Eu escrevo para arquivar,
Choro seco,
A filosofia fraca, a pausa pensante,
O stop a mão na face do irracional,
Por uns segundos ,
Eu paro,
Sinto sono,
E não sei parar de escrever,
É como o oxigênio,
Que me nutre,
É como idéias lindas,
E absurdas que me alimentam.

No fundo tudo se acaba
E o rio seca,
Eu só falo besteira,
Quando é hora de dormir.

domingo, 30 de maio de 2010

Pedido doentio

Se eu pudesse,
Eu nadaria o dia inteiro,
Os oceanos amorosos,
Sentindo seu corpo,
Como um apreciador de vinho burguês,
Se eu pudesse,
Tiraria minha alma do bueiro,
E me afundaria,
No concreto da sua beleza.

Se eu pudesse vomitaria,
Tudo aquilo que me corrói,
E penetraria no sonho mais europeu,
Quem sabe eu abriria meu coração,
Para uma rainha austríaca.

Eu não vejo o glamour,
Das garotas Embonecadas,
Eu vejo o ódio,
Com receio de ser negado.

Eu sei que eu tenho vocação,
Para criticar,
Mas também sei,
que o amor,
É a energia da esquizofrenia.

Jonas dos Santos Munhoz.2010

Tiro sem fio

O tiro acerta no peito calado ,
O choro acorda,
A face pálida,desesperado,
O pesadelos do dias inteiros,
A vida passa em horas rasas,
Os olhos abrem diante da inexistência ,
e o gosto da saliva amarga da incompreensão,
Traz o tiro sem fio.

Jonas dos santos Munhoz,2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Enfiar na tomada

Pausa população,
Acorda,chora,
Para com essa má-criação,
Vomite na besta-fera,
Abra a cachola,
E pisoteei algo dentro.

A criançada pede para parar,
Está tal ciência,
A juventude,
Só esquece de cheirar
a tal inteligência,
os pós-maturos,
Berram para as mamas,
Para querer filosofar,
O berro só erra,
Quando a flecha,
Acerta a cabeça dos irracionais.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Para falar que sou poeta.

Eu sei que covarde ,
É o sobrenome preferido,
Pra aquele, que não sabe aventurar.

Eu sei que amoroso,
É o sobre nome preferido,
Para aquele, que não sabe odiar.

E sei também que o sol nasce,
Quando agente menos espera,
E o choro, de não ter um amor,
É quando agente se desespera.

Jonas Jonhis