sexta-feira, 9 de julho de 2010

Couwração


Olá amigos,
Olá
Olha,
Quanta gente reunida,
Quanta merda em cena,
Que cena EIM,
Que pena,
Era bonito ver os lindos reflexos do mar,
Dor de ver o mar,
Eu não queria falar do mar,
Queria falar do coração,
Que merda,
O coração não sente nada,
Ele é um órgão,
Que droga de paixão nada,
Ele não sente nada,
A sei lá,
Não fiquem brava meninas,

Para me desculpar, vou ser bonitinho.

Olhem as águas d´ouro,
Brilham com vossos olhos,
Como vosso cabelo louro,
Que tenho vontade de furar o couro,
Que feio,
Não ,não,
Putz
Ficou pior assim,
As garotas não vão achar legal
Putz,
Que feio, eu sou um cara legal,
Todos me entendem,
Todos os olhos me vêem.
Que legal,
Agora meu nariz vai crescer.

Coração,
Se tens vida,
Me beije,
Ooohh,
Me beije,
Ohhh,la chica,
Mierdah.

Coração
Me perdoe,
Eu te amo,
Mas não sei se tu me amas.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

01:36


Hoje falei muito,
Hoje eu conversei com meu amigo,
Hoje fiquei estranho,
Fiquei nervoso,
Hoje e ontem eu gostei,
Hoje tem coisa legal pra contar,
Hoje estou sozinho
Agora ,
Escrevendo com vontade,
Agora,
To me coçando,
Que droga de mosquito,
Incomoda,
Que grau,
De idiotice,
Narrar os segundos,
Que grau,
Que mau,
Quanta babaquice,
Quanta,quanta,quanta,
Não gosto de parar de ler,
Eu vou ficar por aqui,
Escrevendo,
Pensando,
Parei de ler,
Eu gosto mesmo é de sentar aqui , escrever e pensar,
Eu amo tudo isso,
Eu odeio dizer isso,
Parece coisa pronta,
É bom mostrar o seu selo,
Fui,.,,

Flores ou chocolate?


Quantas flores,
Quantas manchas no seu olhar,
Quantas marcas na sua cara,
Quanta sujeira na sua mente,
Quanto medo de se jogar no chão,
Sinta o frio que toca as suas costas,
As mesmas costas que carrega o medo.

Quantos dedos tem aqui?
Consegue contar?
Vamos então?


Quantas flores,
e nenhum jardineiro,
Quantas flores ,
E nenhuma criança para arrancar e até presentear,
Que coisa chata,
Mas não chore,
Se empolgue e abrace alguém,
Alguém ai,
Tem alguém
Se não ...
Desenhe alguém,
Faça um boneco de papelão,
Ou outra coisa.
Isso não é engraçado se você estiver rindo,
Pense no seu amigo que chora agora,
Ele não é feliz,
Fazer o que alguém tem que fazer piadas,
Alguém tem que ser o bonito,
Alguém tem que sair em revista,
Não quero citar nomes certo?,
Fazer o que?
Vai comer chocolate,
Falaram que é bom,
O Tim falou ,
É que não pode falar nome completo de famoso.




Jonas dos Santos 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010


Todos os sentidos ocupados,
Frescura de dia assim,
Todos os sabores ocupados,
Todos o dias nublados,
Toda manhã assim,
Uma forma bonita,
Uma frase imperfeita,
Más uma flor artificial,
Uma mania,
Um exercício maternal,
Cuidar dos seus olhos,
Que cruzem cada vez mais com os meus,
Assim,
Eu me transporto nos teus sonhos,
Nas suas caraminholas,
Nas suas besteirinhas,
Que eu sou capaz de segurar,
Para ver seus belos dentes,
Em forma semi –aberta.
Quanta frescura,
Não sei como escrevi isso.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Levantando-c

Oi acordei de novo,
É porque esse dias de moda,
Agente escreve errado sabe,
Agente sente o dedo com cérebro,
E porque é tanta gente falando errado,
Que você pensa que está louco,
Mas na verdade,
Está perto da verdade,
Sabe ,o Leonn
Ele acertou,
Só errou em dizer,
Que eu seria um bom filósofo,
Errou feio,
Não sei ler,
Não sei escrever,
Não sei de nada,
Sei reclamar,
E fazer porcarias virar nuvens,
Nuvens
Nuvens ,
E outra coisa,
Tenho preguiça de ler...
E coloco sempre esse circulo, em minhas poesias,que no fundo os outros acham,bregas,e não modernas,e não sociáveis,e sem forma,uma merda em um buraco qualquer,como nos tempos medievais,certo então?
Mas como achar uma solução,
Como achar uma receita em me transformar.
Parei.

Jonas dos Santos,2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Escrevendo...................................................................

Vou digitando no teclado,
escrevendo e entendendo,
imprimindo,
O estado de morbidez,
Calma é uma ação inexistente,
impressionante ,
a forma,
a referência,
é como se meus olhos dilatassem,
e meu cérebro,
e meu cérebro,
e eu cérebro,
gaguejo,
gaguejo,
gaguejo,gaguejo.

Escrevo aqui agora,
escrevi ,
já se passou a linhas,
já separou as frases,
Estou digitando,
Sem vontade de parar.

Caixa marrom


Vou arquivar,
Talvez, seja a maneira de dizer,
Olá humanidade,
Eu não sou um inquilino da multidão.

Vou pensando,
Vou escrevendo,
De forma inconsciente,
Acho pelo menos,
Talvez é uma dúvida,
Vou ditando e aceitando,
Uma verdadeira, maquina de escrever,
Não sei se formal,
Com todas capacidades de botões,
E riquezas etimológicas,
Minha vida é meu arquivo,
Uma caixa marrom,
Daquelas, que você abre sem medo,
Com agitação cardíaca,
Com molejo do animo,
Como se fosse ejetado o vermelho,
O regente do samba,
Pela boca.

Mas quando abre tem um misto,
Vou parar de mentir,
Não tenho nada de lâmpada,
Só uma faísca de clara,
Eu nem vejo,
Vou pensando,pensando,
E vou rabiscando,
Como se fosse lido no futuro,
Por algum gênio da literatura,
Eu sei que não,
E ai eu abordo,
Um tema chato,
De ter em um poema,
De um jovem de 16 anos,
Eu escrevo para arquivar,
Choro seco,
A filosofia fraca, a pausa pensante,
O stop a mão na face do irracional,
Por uns segundos ,
Eu paro,
Sinto sono,
E não sei parar de escrever,
É como o oxigênio,
Que me nutre,
É como idéias lindas,
E absurdas que me alimentam.

No fundo tudo se acaba
E o rio seca,
Eu só falo besteira,
Quando é hora de dormir.